#10: Aproveite desconto para grupos no V Fórum ANER

[F]altam menos de duas semanas e as inscrições para o V Fórum ANER de Revistas, que acontece no dia 12 de setembro em São Paulo, continuam a todo vapor. Quem ainda não se garantiu no maior evento brasileiro sobre o mercado de revistas pode aproveitar os descontos para inscrições de grupos.

Para isso, basta apresentar o registro de sua editora (CNPJ) e informar o número de participantes que deseja inscrever. Nessa etapa, as empresas que optarem pela inscrição em grupo não precisarão definir o nome dos funcionários que irão ao Fórum, o que pode ser feito até a véspera, dentro do próprio site.

O valor individual para associados ANER, que atualmente é de R$ 770, cai para R$ 693 se forem feitas de duas a quatro inscrições em conjunto. Já a partir da quinta inscrição da mesma empresa, o valor cai para R$ 616. Associados ANJ, Anatec, ABEMD, Abigraf , APP e AAER também têm direito ao desconto.

Vale lembrar que as inscrições para o evento que reunirá grandes nomes do mercado de revistas do Brasil e do mundo são realizadas somente pelo site oficial do evento: www.forumaner.com.br. Portanto, reúna os colegas de sua editora e compareça. Vale a pena!

Infografia, a arte de contar histórias através de dados

Pablo Loscri (El Clarín-ARG)

[L]er uma história bem contada é sempre uma experiência prazerosa ao leitor, seja qual for o veículo ou a mídia. Ainda mais se ela vier com recursos gráficos, mesclando imagens a dados de forma didática, a fim de informar e engajar quem a consome. Este é o objetivo e a magia da infografia, que terá espaço no V Fórum ANER de Revistas, que acontece no dia 12 de setembro, em São Paulo.

Alberto Cairo (Ed. Globo)

Os convidados para debater o tema no painel “Mostre, não Conte – Use Infográficos para Contar uma História” são Luiz Iria (Editora Abril), Alberto Cairo (Editora Globo) e Pablo Loscri (El Clarín). A mesa será coordenada por Luiz Fernando Sá (Editora Três). Com o objetivo de mostrar como essa ferramenta é capaz de comunicar de maneira simples a essência de uma informação para os leitores, os especialistas convidados contarão um pouco da vasta experiência reunida durante a carreira.

Luiz Iria (Ed. Abril)

Iria, por exemplo, acumula 30 medalhas no Malofiej, a maior premiação de infografia do mundo e três  prêmios Esso de Jornalismo na categoria Criação Gráfica. Já Cairo é autor dos livros “Infografia 2.0: Visualización Interactiva de Información en Prensa” (2008) e “El Arte Funcional: Infografía y Visualización de Información” (2011). Loscri, por sua vez, tem trabalhos realizados em importantes veículos como Estadão, Milênio (México), Daily Mirror (Inglaterra), Público, ABC (ambos da Espanha) e National Geographic (EUA).

A mesa sobre infografia está programada para às 14 horas, após a divulgação da Melhor Capa do Ano 2011 e da cerimônia ao editor homenageado pela ANER. Será a chance de descobrir alguns segredos sobre esta outra forma de contar histórias, que mistura textos e recursos gráficos, e encanta tantos leitores ao redor do mundo.

ANER prestigia evento sobre liberdade de expressão em Brasília

[P]arlamentares, representantes das principais associações de mídia, profissionais de comunicação, estudantes e interessados no assunto estiveram reunidos no último dia 23 de agosto em Brasília para discutir todo o tipo de veto à livre expressão na VI Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, realizada pelo Instituto Palavra Aberta em parceria com a Câmara dos Deputados.

Da esq. para dir.: Maria Célia Furtado, Fernando Costa, Lourival J. Santos e Roberto Muylaert - Foto: Fernanda Arbex

A Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) esteve representada por um grupo formado pelo presidente Roberto Muylaert, o primeiro vice-presidente Fernando Costa, o diretor jurídico Lourival Santos e a diretora-executiva Maria Célia Furtado.

Um dos painéis programados teve como tema “Desafios da liberdade de expressão na era da internet” e contou com a participação do jornalista e ex-deputado Fernando Gabeira, além de Taís Gasparian, mestre em direito pela Universidade de São Paulo (USP); Alexandre Matias, editor do caderno Link, do jornal O Estado de S. Paulo; e Emmanuel Dias, vice-presidente corporativo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Já a mesa “Avanços e Desafios da Liberdade de Expressão no Brasil” contou com a palestra de Eugênio Bucci, professor da USP e da ESPM, tendo como debatedores o jornalista Fernando Rodrigues, do jornal Folha de S. Paulo; Ricardo Gandour, diretor de conteúdo de O Estado de S. Paulo; e a deputada federal Manuela D’Ávila (PC do B/RS).

A parlamentar defendeu a necessidade de o Estado se preocupar com esta nova realidade digital pois um “um comando analógico em uma sociedade digital é um atraso, um retrocesso”. Já Gabeira defendeu o anonimato neste meio usando a antiga prática do trote telefônico como exemplo. “As pessoas telefonavam, diziam barbaridades, ou então passavam informações falsas, mas nem por isso a gente admitiu a possibilidade de entrar com uma censura”, pontuou.

Por fim, Bucci relembrou o significado de notícia e qual a importância da liberdade de expressão para a execução do bom jornalismo. “O que é uma notícia, senão um segredo revelado? A função de guardar os segredos oficiais é das autoridades encarregadas e não dos repórteres”, encerrou.

Patrícia Blanco falou na abertura do VI Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão - Foto: Divulgação

Três perguntas para Patrícia Blanco – A presidente do Instituto Palavra Aberta avaliou de forma positiva a sexta edição do evento. Em entrevista exclusiva ao boletim EMREVISTA, a dirigente do grupo criado a partir da reunião de várias entidades de mídia (ANER, ANJ, ABERT e ABAP) também comentou a importância desta união na briga por uma imprensa livre e os recentes casos de restrição a liberdade no Brasil.

EMREVISTA: Como você avalia esta última edição do evento?

Patricia Blanco: Extremamente positiva, pois nos deu a oportunidade de discutir o tema “liberdade de expressão” no ambiente democrático da Câmara dos Deputados. Além disso, propiciou uma análise aprofundada dos desafios que a liberdade de expressão enfrenta hoje no Brasil, como o crescimento da chamada “censura judicial”, um dos assuntos mais lembrados na VI Conferência. Nos deu também a oportunidade de debate um assunto novo e muito desafiador que é a liberdade de expressão na Internet.

ER: Qual a importância de reunir as principais associações de mídia do país em torno dessa causa, a da imprensa livre?

PB: Acredito que debates como esses são importantíssimos para manter a vigilância constante contra possíveis ataques à liberdade de expressão no Brasil. E a participação de entidades representativas da mídia, como a ANER, é fundamental para garantir que não haja retrocessos quanto ao direito constitucional da liberdade de imprensa. Como bem colocou o Prof. Eugênio Bucci, “o tema da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa continua na ordem do dia em nosso país. Houve avanços nessa matéria? Sim, houve. Mas a mentalidade autoritária ainda persiste, manifestando-se a toda hora. Se queremos liberdade, não podemos mais deixá-la tão à vontade”.

ER: O que acha de recentes casos de restrição a liberdade de imprensa no Brasil, como o incidente com o editor da Veja, Rodrigo Rangel?

PB: Acho inaceitável e repudio qualquer tipo de agressão como a sofrida pelo editor Rodrigo Rangel e vejo com preocupação o aumento de casos de intolerância contra jornalistas no desempenho de suas funções. Precisamos, cada vez mais, tornar essas agressões públicas e combatê-las de forma veemente para que isto não se torne comum e passe a ser aceito pela sociedade.

LEIA TAMBÉM:

Conferência em Brasília discute liberdade de expressão na internet (Jornal da Globo) | Profissionais exigem combate à censura judicial e rejeitam controle do estado (Estadão) | Censura na Internet é tema prioritário para Palavra Aberta (Meio&Mensagem) | Relações tensas entre a liberdade de imprensa e os poderes políticos dominam Conferência (Agência Câmara)

Faturamento publicitário em revistas cresce no 1o semestre

[A]nunciar em revistas continua sendo um bom negócio. É o que prova o levantamento do projeto Inter-Meios, que apontou crescimento de 3,25% no faturamento bruto do setor no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Ao todo, foram investidos quase R$ 886 milhões no meio, cujo share é 6,89%, inferior apenas a TV (63,3%) e Jornal (12,44%).

Segundo dados publicados na edição 1474 do jornal Meio&Mensagem, a mídia brasileira faturou R$ 12,86 bilhões no primeiro semestre deste ano com a venda de espaços comerciais, montante 2,7% maior que os R$ 12,53 bi do primeiro semestre de 2010 – ano de Copa do Mundo, evento que sempre impulsiona os investimentos em comunicação, o que torna os números ainda mais relevantes.

Coordenado pelo Meio&Mensagem e contabilizados pela empresa de auditoria PricewarterhouseCoopers, o projeto Inter-Meios é um relatório que mede, mês a mês, os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira. Estima-se que ele mensure 90% do total das verbas. Informações completas podem ser obtidas no endereço www.projetointermeios.com.br.

Faturamento bruto do meio Revistas6/20106/2011Crescimento/Decréscimo% de Participação
Faturamento DiretoR$ 105.532.505,14R$ 119.124.667,7912,887,99
Faturamento AgênciaR$ 752.348.335,26R$ 766.617.241,731,906,77
TotalR$ 857.880.840,40R$ 885.741.909,523,256,89

Providências legais para edição de revistas é tema de workshop

Dr. Lourival J. Santos, diretor jurídico da ANER - Foto: Divulgação

[N]a manhã do dia 30 de agosto, cerca de 20 pessoas estiveram na sede da ANER, em São Paulo, para aprender um pouco mais sobre os aspectos judiciais da edição de revistas. Durante quase duas horas, o diretor jurídico da entidade,  Lourival J. Santos, destacou os pontos fundamentais para a produção e comercialização legal de publicações.

Durante a palestra, o advogado lembrou a importância de definir claramente o objetivo social da empresa em primeiro lugar, de registrar a marca e fazer a matrícula quando se lança um novo título, além de ter explicado como produzir corretamente um expediente. Colocou também em discussão o tema da obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo e mostrou quais as leis aplicáveis às produtoras de conteúdo editorial ou ineditorial (publicidade).

Lourival explicou ainda quais as consequências da divulgação de conteúdo e como a editora pode ser responsabilizada judicialmente caso publique propaganda enganosa, informação incorreta ou ofensa moral. Além disso, respondeu à todas as dúvidas levantadas pelos presentes, em sua maioria editores de revistas ou advogados do setor jurídico das empresas.

Artigo: Atenção ao pagar as contribuições!

Por Tallis Arruda, do escritório Lourival J. Santos – juridico@aner.org.br

[A] discussão acerca do conceito de faturamento para incidência da COFINS e do PIS teve início com publicação da Lei 9.715/98, que alterou o conceito comumente adotado pela doutrina e legislação de que o faturamento de uma empresa corresponde ao resultado da venda de seus produtos ou da prestação de serviços, aumentando a base de cálculo dos tributos em questão para considerar que, por faturamento, também deveria se entender a receita bruta da empresa.

Como resultado, as empresas também passariam a sofrer a incidência dos tributos previstos na nova lei sobre a receita financeira de suas aplicações.

O Supremo Tribunal Federal declarou, por maioria, a inconstitucionalidade do parágrafo 1º do artigo 3º da norma, contudo, a decisão do STF somente resolveu a situação dos contribuintes que ingressaram com a ação no Poder Judiciário, uma vez que, para beneficiar as demais empresas, seria necessário que o Legislativo providenciasse a suspensão da parte declarada inconstitucional.

No entanto, com o advento da Lei nº 11.941/2009, a questão foi resolvida pela redação trazida no inciso XII do artigo 79, que revogou expressamente o dispositivo inconstitucional, não sendo mais devida a tributação no que tange ao PIS e à COFINS sobre receitas não decorrentes das atividades sociais da pessoa jurídica.

A mudança do conceito de Receita Bruta, decorrente da alteração do § 1º, Artigo 3º da Lei 9718/1998, pode ser utilizada como argumento que oferece suporte apenas para as empresas sujeitas ao PIS e a COFINS no regime Cumulativo.

Isso, porque as empresas que se encaixam no regime não cumulativo (Leis n.º 10637/2002 e 10833/2003) contam com a previsão de que as receitas auferidas também por aplicações financeiras, estariam sujeitas à tributações.

Nesse último caso (não cumulativas), entendemos que a base legal a ser utilizada é a previsão de incidência de alíquota zero sobre as receitas financeiras, conforme dispõe o Decreto 5442/2005, “inclusive decorrentes de operações realizadas para fins de hedge, auferidas pelas pessoas jurídicas sujeitas ao regime de incidência não-cumulativa”.

Palavra do presidente: Um tema de destaque

Roberto Muylaert por Toni Pires (Spring)

[L]iberdade de Imprensa e liberdade de expressão são pilares básicos dos regimes democráticos, garantidos no Brasil, de forma inequívoca, pela Constituição Federal. O STF – Supremo Tribunal Federal – ratificou o princípio, com destaque para o importante voto do ministro Ayres Britto, apontando a abrangência desse preceito constitucional, que não admite reparos, ou exceções.

Por que será então que as entidades ligadas ao setor de comunicação estão sempre organizando simpósios e seminários, sobre o assunto, trazendo representantes de diversos segmentos da sociedade para tratar da questão, como aconteceu há poucos dias, no evento organizado pelo Instituto Palavra Aberta, do qual a ANER faz parte, em Brasília?

A resposta é simples: existem mais de duzentos projetos de Lei no Congresso Nacional tratando de restrições à liberdade de expressão.

Além disso, os veículos de imprensa correm o risco de ser censurados, apesar de todas as considerações feitas acima. É o caso do jornal O Estado de São Paulo, proibido de falar de um tema delicado para uma família do Maranhão, pela justiça local. E de outros veículos que tiveram sentenças proferidas por tribunais espalhados pelo Brasil, no sentido de impedir a publicação de alguma coisa.

Sem esquecer de que os malfeitos que surgem em diversos níveis governamentais são quase sempre apontados pela imprensa, que não é vista com simpatia pelas áreas atingidas. O Governo Federal tem dado mostras de que toma providências sempre que alguma irregularidade vem à tona, sendo essencial, por isso mesmo, que o trabalho investigativo da imprensa prossiga, como último baluarte na defesa do interesse público.

Por outro lado, a liberdade de expressão abrange o universo da publicidade, que também deve ser livre, a menos das restrições impostas ao setor pelo Conar – Conselho Nacional de Auto Regulamentação.

Sem liberdade de anunciar, não há possibilidade de existir uma imprensa livre. Ela depende da variedade de anunciantes existente, para que não haja dependência em relação a quem anuncia.

Esse tema é destaque na pauta desta edição do boletim EMREVISTA, que chega até você, com muitos outros temas de seu interesse. Boa leitura.

Roberto Muylaert
Presidente ANER

Evento: Workshop sobre questões trabalhistas

[N]o dia 20 de setembro, das 9h às 11h30, acontece no auditório da ANER um workshop sobre questões trabalhistas para editores de revistas, sob o comando do advogado Lourival J. Santos, diretor jurídico da instituição. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail aner@aner.org.br e as vagas são limitadas.

Rocky Mountain organiza festival de cinema em SP

[E]ditora responsável pela publicação das revistas Go Outside e Hardcore, a Rocky Mountain está por trás da organização da primeira edição do Rocky Spirit, festival de filmes outdoor que reunirá 21 produções sobre temas relacionados à aventura, vida ao ar livre, esportes, meio ambiente e política. A programação completa dos filmes, com sinopse e trailer, pode ser vista no site oficial do evento: http://gooutside.uol.com.br/spirit.

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A seleção de filmes do I Rocky Spirit terá como base o Telluride Mountainfilm Festival, o mais tradicional e respeitado evento de cinema de aventura dos Estados Unidos, criada em 1979 por um grupo de escaladores que se reuniu na cidade de Telluride, no Colorado, para brincar nas montanhas durante o dia e, à noite, assistir a filmes sobre montanhas, promovendo acaloradas discussões sobre aventura e meio ambiente.

A mostra brasileira acontece nos dias 1 e 2 de setembro (quinta e sexta-feira) no cinema Reserva Cultural (av. Paulista, 900), com duas sessões por dia. Já nos dias 3 e 4 (sábado e domingo), o festival será no Parque do Ibirapuera, de graça e ao ar livre. Depois das exibições em São Paulo, os documentários sairão em turnê pelas principais universidades brasileiras.

Abril S/A anuncia contratação de novo presidente executivo

[N]o dia 23 de setembro, o Grupo Abril anunciou a contratação de Fábio Colletti Barbosa, ex-presidente do Conselho de Administração do Banco Santander, para comandar as operações da Abril S/A. Aos 56 anos, o executivo terá a responsabilidade de comandar os negócios de mídia, gráfica e distribuição da empresa, na qual já havia atuado como membro do Conselho de Administração de março de 2004 a fevereiro de 2007.

Com a mudança, Giancarlo Civita deixa de acumular o comando operacional da Abrilpar com a presidência executiva  da Abril S/A e passa a atuar apenas como vice-chairman da Abrilpar, holding da família Civita que controla a Abril S/A e detém o controle do capital da Abril Educação S/A, além de uma série de outros empreendimentos. Giancarlo será responsável pelas operações da holding e estará ao lado de seu pai Roberto Civita, chairman da Abrilpar.

Assim, as empresas Elemídia, Casa Cor e Editora Caras continuarão ligadas a Giancarlo Civita, enquanto os negócios de mídia, gráfica, distribuição e a AbrilSer passarão a se reportar ao novo presidente-executivo. A Abril Educação, que foi separada societariamente do Grupo Abril no início de 2010 e recentemente abriu seu capital, permanece sob o comando de Manoel Amorim. “É um enorme prazer para mim e meus filhos contar com ele na Presidência da Abril  S.A. e para mim tê-lo ao meu lado na direção editorial da empresa”, afirmou Roberto Civita.

Zinio é o aplicativo de notícias mais vendido para iPad

[A]utodenominada a “maior banca de revistas do mundo”, a Zinio alcançou recentemente o primeiro lugar entre os aplicativos de notícias mais baixados no iPad nos Estados Unidos e em outros 51 países (veja top 10 abaixo). Além disso, assumiu a terceira colocação no ranking geral de downloads da iTunes Store, atrás apenas do editor de texto Pages e do jogo Smurfs’ Village.

PosiçãoTítuloRanking Geral
1.Zinio#3
2.New York Post#12
3.The Daily#13
4.Comixology#19
5.People#24
6.Marvel Comics#26
7.The New Yorker#42
8.NYTimes for iPad#65
9.O the Oprah Magazine#72
10.DC Comics#73

“É bom saber que um aplicativo feito para ler revistas consegue ser tão viciante, se não mais, do que alguns dos principais aplicativos de entretenimento do mercado”, afirmou Rich Maggiotto, CEO da companhia norte-americana. “Nosso objetivo era bater o Angry Birds, o que conseguimos e nos faz muito feliz”, completou Jeanniey Mullen, vice-presidente global e diretora de marketing, referindo-se ao game de maior sucesso em dispositivos móveis até agora.

Fundada em 2001, a Zinio oferece edições avulsas e assinaturas de revistas do mundo todo, em 33 idiomas. Além do iPad, permite a sincronização das edições entre computadores e dispositivos móveis. Para se ter uma ideia do sucesso do aplicativo, o Zinio registrou 300 mil downloads em apenas 60 dias no Android Market, equivalente a iTunes Store para celulares e tablets com o sistema operacional do Google.

Presidente internacional da Zinio, o espanhol Joan Solá estará presente no V Fórum ANER de Revistas, que acontece em setembro, em São Paulo

Fonte: Zinio (PR Newswire) e MinOnline.

Novos títulos: Mais Feliz e Cláudia Noivas

[N]este mês, duas novas revistas voltadas para o público feminino chegam ao mercado: “Mais Feliz” e “Cláudia Noivas”. A primeira terá foco na nova classe média brasileira que mora no Nordeste, enquanto a segunda é voltada para interessadas em casamento.

“Mais Feliz” terá distribuição regional e três capas diferentes:  uma para Pernambuco, que terá distribuição em Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte; outra para a Bahia, que será enviada para Sergipe; e mais uma para o Ceará, que circulará nos estados do Maranhão e do Piauí.

O projeto editorial reunirá seções sobre beleza, moda, carreira, saúde e bem-estar, receitas, entretenimento, celebridades e televisão, com matérias focadas na  linguagem e personagens de interesse local, o diferencial da nova publicação. A tiragem será de 100 mil exemplares semanais, vendidos a R$ 1 cada.

Já “Cláudia Noivas” chega às bancas com reportagens sobre moda, comportamento, produtos, serviços e dicas para quem está prestes a subir no altar. O novo título terá tiragem de 45 mil exemplares distribuídos nacionalmente, periodicidade bimestral e preço de capa de R$ 14,90. Os dois títulos são publicados pela Editora Abril.

Aconteceu na ANER: encontros em Brasília e reunião sobre dumping de papel

[E]ncontro com Ministra – Convidado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) a participar de um almoço em Brasília, o presidente da ANER, Roberto Muylaert, esteve com a atual ministra da Casa Civil do governo Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann, com quem trocou informações sobre a liberdade de expressão no Brasil.

Apoio ao vale-cultura – Também em Brasília, Roberto Muylaert esteve com o vice-presidente da República, Michel Temer, com quem conversou sobre o projeto de vale-cultura (PL 5798/2009), que estabelece o benefício de R$ 50 mensais para a aquisição de bens culturais para todo trabalhador com carteira assinada e renda de um a cinco salários mínimos. O vice fez elogios ao projeto e prometeu apoio para que seja aprovado e sancionado.

O valor, que será oferecido por meio de um cartão magnético, poderá ser usado, por exemplo, na aquisição de revistas, livros, CDs, DVDs, ingressos para cinema, teatro, espetáculos de dança e música. Atualmente, o projeto está aguardando apreciação na Câmara dos Deputados, depois de já ter sido aprovado com emendas pelo Senado Federal. Acompanhe o andamento do projeto pelo site da Câmara.

Dumping de papel – No dia 30 de agosto, um grupo de trabalho se reuniu na sede da ANER, em São Paulo, para discutir o andamento da investigação do dumping de papel LWC, assunto que vem sendo acompanhado de perto pela entidade.

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