Artigo: Pelo bom-senso na avaliação dos algoritmos

A crescente dependência de algoritmos para analisar as informações, acompanhada da redução gradual do envolvimento humano, representam questões urgentes de responsabilidade e de respeito pelos direitos humanos. O tema é assunto de artigo da advogada Patricia Peck Pinheiro, sócia do escritório PG Advogados. para ela, “a transparência é indispensável para atingir a ética de dados em projetos que envolvem uso de algoritmos e tudo o que estiver relacionado às decisões pela inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina e robôs. A ideia é evitar vieses no tratamento de dados que possam ser discriminatórios”.

Em seu texto, Patricia cita o caso do documentário “Coded Bias” (2020), dirigido por Shalini Kantayya, que investiga o viés racista e machista da inteligência artificial (IA) por trás dos algoritmos de reconhecimento facial.  Há ainda o livro “Algoritmos de Destruição em Massa”, de Cathy O’Neil, doutora em matemática pela Universidade Harvard. Na publicação, a autora defende que os algoritmos geram injustiças porque se baseiam em modelos matemáticos concebidos para reproduzir preconceitos, equívocos e vieses humanos.

Leia a íntegra do artigo na Proxxima.

 

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