M&M estreia série sobre o futuro do trabalho

MEIO&MENSAGEM – 09/01/2020

Karina Balan Julio

O Meio & Mensagem lança esta semana o projeto especial Futuro do Trabalho, série multimídia que aborda as tendências de carreira e dinâmicas de trabalho para o futuro. Levando em conta aspectos como o aumento da expectativa de vida da população, questões geracionais e a conjuntura econômica do Brasil, o projeto analisa as expectativas de profissionais jovens e sêniores em relação à carreira; a ascensão de formatos de trabalho flexíveis; competências e profissões emergentes; e a importância do equilíbrio mental em um contexto de pressões crescentes.

Como em outros períodos da história, a cultura de trabalho vem passando por transformações profundas. Afinal, o momento atual é permeado pelo desemprego e pela instabilidade econômica, além da iminência do envelhecimento da população e de transformação tecnológica de diversos setores pela inteligência artificial.

Ao mesmo tempo, nunca houve tantas oportunidades para uma carreira flexível, seja pelo empreendedorismo ou novas relações trabalhistas. Esse cenário convida profissionais de diferentes níveis hierárquicos a repensarem suas carreiras, enquanto empresas passam a rever suas estruturas organizacionais.

Com esses aspectos em mente, Meio & Mensagem desenvolveu a série em quatro capítulos – matérias especiais nas quatro edições impressas de janeiro, e uma série de vídeos em suas plataformas digitais. O material inclui ainda uma pesquisa proprietária idealizada pela publicitária Cintia Gonçalves e pelo consultor de inovação e consumer insight Diego Selistre, da SEL Histórias de Comportamento. O estudo, realizado de outubro a dezembro de 2019, mesclou metodologias qualitativas e quantitativas, com o objetivo de entender o que pensam profissionais iniciantes e seniores sobre o universo do trabalho.

Na parte qualitativa, foram realizados grupos de discussão com jovens da geração Z (entre 18 e 25 anos), com até cinco anos de atuação em diferentes indústrias; profissionais da geração X (entre 40 e 60 anos) que acabaram de passar por uma transição de carreira; e profissionais da geração X com carreiras estáveis e, no mínimo, dez anos de atuação no mercado em que trabalham atualmente. Na etapa quantitativa, realizada pelo Instituto Qualibest, foram ouvidos 428 profissionais destas gerações, trabalhadores de companhias privadas, profissionais liberais, autônomos ou sócios de empresas.

O primeiro capítulo da série Futuro do Trabalho foi publicado esta semana na edição impressa e em vídeo, tendo como foco as expectativas das gerações Z e X em relação ao trabalho no futuro. Os próximos capítulos serão publicados semanalmente até a última semana de janeiro.

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