Cibersegurança: sequestro digital e os riscos à reputação

26 de agosto de 2021

Bruno Telles, COO da BugHunt, e Fellipe Guimarães, CEO da Codeby, falam sobre o pesadelo dos ataques de hackers a empresas nesta matéria de Taís Farias no Meio&Mensagem. Os dois explicaram como funcionam as invasões aos sistemas de empresas e que riscos eles podem gerar.

Os especialistas usaram como exemplo o ataque ocorrido às Lojas Renner na semana passada.

Segundo dados levantados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), agência regulada pelo Ministério da Economia, os ataques cibernéticos contra empresas brasileiras cresceram 220% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2020. Já segundo um relatório recente da Gartner, globalmente, o prejuízo financeiro com ataques cibernéticos pode chegar até US$ 50 bilhões em 2023.

Bruno e Fellipe explicaram que a vulnerabilidade pode ter relação com a “digitalização forçada” a que as empresas foram submetidas com a chegada da pandemia. Nos ataques e sequestros de dados, os hackers utilizam softwares maliciosos para criptografar arquivos e informações das vítimas, solicitando um valor para resgate. Enquanto isso, o sistema fica inoperante. Para evitar o prejuízo, os especialistas recomendam políticas de segurança e normas complementares.

Veja a íntegra no Meio&Mensagem.

Selecionamos outros textos para você