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READER'S DIGEST SAI DA CONCORDATA NOS EUA E OPERAÇÃO BRASILEIRA SE FORTALECE
Empresa-sede vai apoiar investimentos da matriz brasileira em novos projetos, especialmente os ligad
Com a saída da empresa-sede da concordata, o Brasil, que é um dos países de maior interesse dentro do plano de crescimento da Reader´s Digest, poderá receber ajuda para ampliar investimentos em projetos que já estavam em andamento, ligados à internet (revistas digitais e sites diversos).
"A concordata não trouxe reflexos para o Brasil", diz Luis Henrique Fichman, CEO no Brasil. "Em 2009 a empresa teve seu melhor desempenho desde que chegou no país, em 1942, com um crescimento no lucro de 35% em comparação a 2008", complementa.
Fichman explica que uma boa parte deste resultado veio dos produtos de internet, mas que o carro-chefe da operação brasileira, a revista, se manteve rentável durante todo o período. A revista Seleções no Brasil tem uma base de 1,2 milhão de leitores, com uma circulação paga de 400 mil exemplares (dos quais 92% são assinantes).
Dentre os projetos web criados pela Reader''''s Digest no Brasil estão revistas digitais que integram os assinantes à rede social exclusiva, chamada Perfiq; os sites de celebridades, Celeb, e o site de culinária AllRecipes. O próximo passo é tornar a representação brasileira forte na montagem de sites de venda e serviço de cobrança para terceiros.
Fichman completa: "com o apoio da matriz, este ano, a Reader´s Digest Brasil vai dar um salto, com diferentes produtos e em diversas plataformas, superando a expectativa da nossa enorme audiência e também do mercado". |
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